E o português tornou-se a língua franca do submundo da Internet. Pelo menos é o que diz a empresa de segurança mi2g. "Desde 1995, é raro o caso de um país que tenha dominado a atividade criminosa digital com a extensão que o Brasil faz agora. O hacking brasileiro em 2002 custou bilhões de dólares apenas aos países do G-8", afirma DK Matai, presidente da mi2g. Pelas estatísticas da empresa, o País é tanto o maior laboratório de cibercrimes quanto o maior exportador de crimes digitais do mundo. No ranking dos dez grupos de crackers mais ativos em novembro, todos são brasileiros. Foi-se também o tempo em que os brasileiros destacavam-se como script kiddies, por desfigurações e invasões de sites: a mi2g afirma que alguns poucos hackers tupiniquins são altamente habilidosos e os compara aos europeus e orientais que, na década de 1990, desenvolveram seus próprios programas de ataque de acordo com suas necessidades e quebraram a segurança de modo muito personalizado. Em 2002, conforme estimativa da mi2g, os ciberataques - incluindo vírus e worms - já causaram prejuízos entre US$ 37 e US$ 45 bilhões.
15/08/2007
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